Papa: “A vida deve ser uma contínua vigília de espera”
05/11/2009 (1:17)

O amor, que encontrou a sua expressão mais sublime em Cristo, deve orientar a mossa vida de cada dia, apesar das dificuldades, apesar das provas. Sobre a terra, de fato, somos só viandantes, peregrinos em direção da pátria celeste. Celebrando, na Basílica de São Pedro, a santa missa em sufrágio dos cardeais e bispos falecidos durante o último ano, o Papa voltou a falar da morte, “um enigma cheio de inquietação”.

Bento XVI reconheceu quanto possa ser doloroso separar-se dos entes queridos, mas recordou que, “mesmo que isso ocorra”, para aqueles que crêem, “é sempre iluminada pela esperança da imortalidade”. “Nesta vida – acrescentou o Pontífice, durante a sua homilia – há situações de sofrimento e de dor, momentos difíceis de se compreender e aceitar. Tudo porém adquire valor e significado se é considerado na perspectiva da eternidade”.

"Se, de fato, perseveramos no bem, a nossa fé, purificada por muitas provas, resplandecerá um dia em todo o seu fulgor e voltará o nosso louvor, glória e honra quando Jesus se manifestará na sua glória. Está aqui a razão da nossa esperança”.

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