Apesar de ainda ser oficialmente atéia, a República Popular da China deu passos sem precedentes que parecem apontar para uma crescente cooperação com grupos religiosos, em parte, sem a preocupação de que um aumento da religiosidade possa aumentar a possibilidade de desobediência civil. Pesquisa da Universidade de Xangai mostrou que em 2006/2007 tiveram pelo menos 300 milhões de seguidores religiosos na China, mais do tripulo da estimativa do governo apenas dois anos antes. A Igreja é particularmente problemática para o regime: relatos indicam que o cristianismo é hoje a religião que mais cresce na China, com cristãos, que poderiam chegar a 40 milhões - muito mais do que os estimados 23 milhões de Pequim. Papa Bento XVI escreveu uma carta pastoral em 2007, apelando para uma maior unidade entre a chamada Igreja Católica “clandestina” (não reconhecida pelo governo) e a (aprovada pelo governo), Igreja Católica "oficial". A carta pede respeitosamente que as autoridades políticas garantam o exercício da liberdade religiosa. No entanto, continuam os ataques aos cristãos e, em alguns casos, cada vez mais piores. -Ajuda à Igreja que Sofre Brasil www.aisbrasil.org.br -Ajuda à Igreja que Sofre Portugal www.fundacao-ais.pt
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